
Sejamos Turistas
fevereiro 28, 2013Amor
março 11, 2013Henrique, o Chefe
Este não é um texto saudosista qualquer, daqueles em que a saudades é injustificada e que em breve será tratada por algum inibidor de recaptação de serotonina ou derivado, como qualquer mal do coração. Aquela saudade parcial, mentirosa. Não.
Imagine um fio de energia elétrica, com várias lâmpadas toscas, coloridas a mão, penduradas de forma precária em torno de uma árvore precária. Milhares de doses de substâncias químicas entram no cérebro da criança de 8 anos, tornando o passeio de bicicleta uma aventura mágica, cheia de cores, com expectativas imediata ou posteriormente atendidas.
Agora em um local realmente lindo, com uma companhia mais que linda, em um final de dia lindo, surge uma alegria branda, justa apenas. E um desespero tão grande, que não permite aceitar tal saudades. É Natal, novamente.



