O ônibus vermelho cruza a noite negra. Anda muito e para em vários pontos mas, apesar do trajeto enorme, sem emoções sequer nos intervalos entre os […]
Marco Antonio Fomos almoçar juntos, quase todos daqui. Foi difícil de arranjar uma vaga pra estacionar. Não que faça diferença pra mim, que não dirijo. Pelo […]
escrito por Murilo Em um bar, dois homens praticam a famigerada filosofia de boteco. Curiosamente, um deles se chama Sócrates – mas mais devido ao jogador […]
por Murilo, o que vigia os vigilantes. Josiel é flanelinha, mas não é um flanelinha qualquer. Para que possamos ter ideia das suas competências acima da […]
escrito por Deisy O seu maior defeito era amar muito aquela obsessão, aquele poder em seus braços. Ela sentia um desejo desproporcional em protegê-lo. A necessidade […]
postado por Murilo Pobres crisântemos, têm seus aromas transformados em odores repugnantes nessas ocasiões. Cheiro de morte, dizem. Se não fosse por eles, no entanto, o […]
escrito por André Petrini. Maria J. observa imóvel a cascata que corre pelas fendas ao seu redor, formando riachos e se aglutinando para formar um pequeno […]
escrito por Deisy, a intrépida No momento, saltam do couro cabeludo de Camila alguns fios brancos, facilmente notados entre suas graúdas madeixas onduladas e negras. Fios […]
postado por Murilo, o intermitente Os olhos pretos na madeira do velho armário não me assustam mais. A ingenuidade tardou a me abandonar, mas finalmente o […]
Postado por Murilo, o lacônico. Foi diagnosticado com um crítico caso de câncer na garganta. Porém, não bebia muito, e raramente fumava. Apenas um médico conseguiu […]
postado por Murilo, o raro. O velho tocava seu acordeão rotineiramente para as multidões que ali passavam. No entanto, a maioria dos transeuntes jamais parava para […]